Botucatu, terça-feira, 17 de Setembro de 2019

Colunista Antonio Roberto Mauad – Turquinho Tecnólogo em Marketing e MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades
14/09/2018

O atentado contra alternância democrática do poder



Vimos o presidenciável Jair Bolsonaro 17, sofrer um covarde e inaceitável atentado político contra sua vida, mas sobre tudo, contra a democracia em forma eletiva de alternância do poder.

O desfecho deste atentado é o cume de uma campanha irresponsável e obstinada, impetrada pela esquerda e desencadeada por grande parte da imprensa e seus meios, taxando Bolsonaro de violento, despreparado, inimigo da pátria, amante da ditadura, e atacado-o diuturnamente em todas as mídias, desconstruindo-o de modo desmedido, por ser Bolsonaro de formação acadêmica militar, que responde incisivamente quando incitado, o que ele tem sim buscado melhorar tal postura.

O brutal atentado em Juiz de Fora MG, norteou-se pela intolerância disto que se diz esquerda no Brasil, não aceitando perder o Poder no voto, basta relembramos 2014, o ocorrido com o presidenciável Eduardo Campos, e a explosão do jatinho onde viajava, considerando que Campos liderava as intenções de voto. Agora o atentado a Jair Bolsonaro, que encontra-se nas pesquisas em contínua ascendência na intenção de votos, e de repente um atentado protagonizado pelo inconseqüente radical esquerdopata, tenta macular a democracia em sua essência, a livre escolha pelo voto, e pasmem sendo este esfaqueador uma pessoa que não tinha maiores condições financeiras, logo após o covarde ato surge para defendêlo, quatro advogados.

Relembrando que FHC, Lula a eleição de Dilma não houve atentado ou ameaça aos presidenciáveis! Nossa democracia padece de maturidade, o campo da esquerda brasileira é dominado por pseudos e corruptos Trabalhistas aloprados, que fizeram dela e do Poder meio de vida, contrariando sua retórica proselitista na oposição. Os “sociais democratas” subverteram certos valores, ao deteriorar o público a favor do privado, desconsiderando premeditadamente que grande parte da população tem pouca condição financeira, e depende muito dos serviços estatais como saúde, educação segurança, com “picolés de chuchus” precarizou

estes e outros serviços, não praticando a gestão de um Estado eficiente, ao invés disto buscou um Estado mínimo, mas ineficaz.

Democracia que padece de maturidade ao aceitar um Congresso que defende interesses de grupos, e não dos seus eleitores/povo. Povo/cidadãos que infelizmente não valorizam seu voto tratando-o como mercadoria menor, assim “seus políticos” eleitos não estabelecem compromisso, pois com o voto se constituiu escambo.

A candidatura de Bolsonaro cujo norte enfatiza questões éticas/morais à política e ao Estado, pondo questões técnicas importantes como o campo econômico, da saúde, educação, onde Bolsonaro de modo franco diz delegar e cobrará dos ministros, que já se apresentaram e demonstram ser experientes em suas áreas, encontrou enorme eco em uma sociedade extenuada por tamanha corrupção e desmandos nos Poderes constituintes.

A esquerda aparelhou o Estado e onde geriu, mas não aceita o desaparelhamento que Bolsonaro representa com fim deste ciclo desastroso, incompetente e corrupto, que destrói valores caríssimos aos brasileiros, como da família, que são deturpados sistematicamente pelas mídias, sobretudo a TV do grande grupo de comunicação brasileiro.

E viva a liberdade de expressão! A democracia, o dinamismo da arte que provoca a diversidade de opiniões [...] Fani Pacheco

 

Antonio Roberto Mauad – Turquinho. Tecnólogo em Marketing e MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades.










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