Botucatu, terça-feira, 17 de Setembro de 2019

Colunista Antonio Roberto Mauad – Turquinho Tecnólogo em Marketing e MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades
21/09/2018

Valores e certas visões da academia



O termo academia oriundo do grego antigo Ακαδήμεια e incluído nas línguas ocidentais como Academia que designa instituições de vocação ao ensino superior, a academia nomeadamente pode também referir-se a uma associação de cientistas, cuja designação vem da escola filosófica de Platão na Grécia em 387 a.C., e ela acontecia em um jardim nas imediações de Atenas, em área dedicada à deusa Atena.

Contudo move-nos abordar, a visão que alguns docentes da academia brasileira pública tem e suas visões por vezes de fortes nuances intolerante, e restringiremos aos campos das ciências humanas e biológicas.

Nas ciências humanas nota-se excessiva e obtusa visão quanto aos valores do comunismo, desconsiderando outros regimes e parte de seus bons valores, pregando subliminarmente em aula que só há justiça social e vida melhor dentro dos valores comunistas, não tendo honestidade de também relatar os horrores que Stalen (Russia), Maotsetungue (China), Ho Chi Minh (Vietnam), Fidel Castro (Cuba) e outros ditadores impuseram a força o regime comunista, gerando pobreza para todos em troca de suposta igualdade dos indivíduos, desconsiderando o mérito individual, e isto vem sendo disseminando doutrinado nas universidades públicas, e já surte efeito no ensino médio com professores egressos destas faculdades públicas, que passam a dar aulas e doutrinam de forma a influenciar nossos filhos, tanto na educação privada como pública, dentro do gramscismo desconstrói nossos valores morais, éticos, cristãos e de outros credos!

A questão das ciências biológicas volta-me ao debate criacionismo e evolucionista, onde a ciência optou ensinar o evolucionismo. Contudo o criacionismo não elimina o evolucionismo, tão pouco este elimina o criacionismo, ambos se complementam ao entrelaçar-se, como a questão da teoria do Big Bang, instituída pelo cientista russo naturalizado americano, George Gamow (1904-1968) e o padre astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966) apontando que, o universo surgiu de uma grande explosão cósmica de 10 e 20 bilhões de anos atrás. E o criacionismo o qual creio como cristão evangélico aponta a humanidade, o universo e a vida na Terra como criação do sobrenatural, Deus pai criador!

Contudo ambas podem coexistir, ao notarmos o momento do Big Bang, certamente é o momento que Deus cria/da forma ao universo: “No princípio criou Deus o céu e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo [...]” Gênesis 1: 1 e 2, ou o evolucionismo quando  relata o primeiro ser, um minúsculo vertebrado migra da água á terra, e a obra de Deus relatada na Bíblia que o homem veio do barro: “O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente.” Gênesis 2: 7.

Ambos relatam um mesmo lugar, o barro, região bem úmida, entre outros relatos e comparações que se complementam, sem necessariamente se eliminar. Mas há docentes que não aceitam a criação chegando ao ponto de sugerir que os alunos ao não acreditam no evolucionismo deveriam sair dos bancos acadêmicos.   Isto me parece um valor obtuso de mais a quem ensina.    

 

“Não busque ser um homem de sucesso, busque ser um homem de valor.”  Albert Einstein

Antonio Roberto Mauad – Turquinho. MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades, colaborador deste jornal










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