Botucatu, domingo, 22 de Setembro de 2019

Colunista Antonio Roberto Mauad – Turquinho Tecnólogo em Marketing e MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades
28/01/2019

Papa Francisco e seu douto socialismo



A figura institucional do papado ao longo dos séculos veio construindo uma solida base de valores aos quais cabe manifestarmo-nos com respeito, mas que na condição de homens não os eximem de suas preferências ideológicas, como o atual Para Francisco cuja douta, e aqui empregada no sentido de conhecimento via estudos e atitudes socialistas marxistas vivenciadas nas comunidades eclesiásticas de base na Argentina, que tal qual no Brasil, ligada umbilicalmente a Teoria da Libertação de cunho marxista, defendida por seu expoente Leonardo Boff, e expulso por Roma nos anos 80. 

No campo da gestão institucional é Inegável a firme atuação de Francisco frente ao Vaticano, em áreas e questões que poucos pontífices dispuseram-se a fazer, mas também o Papa tem demonstrado como apreciador do marxismo, devota atenção aos pobres, contudo, o Papa demonstra crer em soluções à pobreza vindas dos socialistas, já os liberais que focam e centram suas atenções na pobreza, estes propõem caminhos e solução um tanto antagônico a de Francisco, como ensinar a pesca, ao invés de continuamente dar o peixe, como politicamente conduziram o programa Bolsa Família.

Se notarmos, sempre que o Papa Francisco aborda em sua fala, a economia ou a política, se faz a necessidade de certa interpretação daquilo que Francisco disse no calor do momento, pois o que o Papa argentino diz quanto a política e economia se torna tão misterioso quanto alguns fenômenos católicos.

Sem entrar no mérito de algumas questões protagonizadas pelo Papa, e apenas pontuando para refletirmos: na visita a Bolívia aceitando uma cruz com a foice e martelo, a ele oferecida pelo cocalero e presidente boliviano Evo Morales, o diligente apoio do Papa Francisco ao Encontro Mundial de Movimentos Populares no Vaticano em 2014, e tidos como representantes populares. Porem pouquíssimo viu-se Bergoglio enaltecer de tal modo, por exemplo, Israel e seu governo com boas ações norteadas pela direita, isto para não polarizar citando o claro incomodo do Papa com Trump, que na foto oficial do Vaticano o pontífice saiu com nítida expressão de apoquentado.

Em terra brasileira a posse de Bolsonaro, se quer rendeu maior atenção papal, porem semana antes Francisco recebe uma comitiva capitaneada por Chico Buarque grande beneficiário da lei Rouanet, que deixou um informe a respeito da aplicação da Justiça com fins políticos na América Latina, e abordou a prisão do corrupto e contumaz amigo ex-presidente Lula.

Todos os homens são livres em suas escolhas, e a figura da liderança do Vaticano não pode ser diferente, porém não se deve ignorar que a dúbia retórica do socialismo no cuidado pelos pobres, carrega de forma subliminar a questão perigosíssima do gramscismo, que em seu bojo prega e extinção da fé!

Se considerarmos as palavras do Papa Francisco no seu texto “A economia da exclusão” novembro de 2013, sabedor o Papa do enorme papel e influência da igreja junto às pessoas, esta preocupação do Vaticano destoa ao olhamos para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, e sua postura enviesada, que remete-nos a pensar em “cumplicidade” nos 13,5 anos de corrupção, mentiras, desmanche de valores morais entre outros malefícios atos dos governos PT de Dilma e Lula, postura institucional da igreja romana, como se refém conveniente em uma malha ideológica cuja trama tentou dominar ideologicamente o Brasil, e levado por interesses contraditórios aos valores do cristianismo pregados pela igreja romana.    

 

                       Para o bem ou para o mal, suas palavras são a sua propaganda. Todas as vezes que abre a boca, você revela o que existe em sua mente.   Bruce Barton: autor americano, executivo de publicidade e político republicano.

 

Antonio Roberto Mauad – Turquinho. MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades, colaborador deste jornal.










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