Botucatu, domingo, 22 de Setembro de 2019

Colunista Antonio Roberto Mauad – Turquinho Tecnólogo em Marketing e MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades
09/03/2019

O velório como palanque



Foto - Divulgação

Tarde de sexta feira 01 de março, o Brasil consterna-se com o falecimento do pequeno Arthur Araújo Lula da Silva, 07 anos e neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Arthur tristemente faleceu em decorrência de uma meningite meningocócica, enfermidade que deveria estar extinta no Brasil.

Dolorosa tragédia à família Lula da Silva, e sobre tudo, aos pais do pequeno Arthur, cuja dor imensurável peço a Deus em nome de Jesus que os confortem, e que ninguém venha a passar por inimaginável desgosto, pois somente Deus criador estabelece o momento exato da partida de cada um de nós, seus filhos.

O triste fato foi veiculado pelas mídias, e reverberado nas redes sociais, sendo que muitos se solidarizando com a família e o ex-presidente avô, e outros um tanto infelizes em comentários como abaixo veremos nas atitudes de Lula, não souberam escolher as palavras. Entendo que um momento de perda e luto gerado na partida precoce de um ente tão próximo como um neto, deve fazer-nos pensar na dor dos seus, e muitos desejaram e assim ocorreu, a Justiça permitiu que o preso Lula pudesse sair para despedir-se do neto, que na realidade é neto consanguíneo somente da falecida ex-primeira dama, dona Marisa Letícia, nascido de seu filho do primeiro casamento, mas o menino nasceu tendo Lula como avô e é o que importa.

Lula tem seu pedido aceito pela Justiça Federal que condicionou ao ex-presidente não manifestar-se ou falar com a imprensa, o contato deveria somente deveria ser com familiares, o que é razoável tendo o histórico de alvoroços criado pela militância PeTista pro Lula, que alimentava com retórica os tumultos nas fases e tramitações processuais da Justiça Federal, até sua condenação e prisão, todos bem se lembram!

Porém, Lula infelizmente demonstra não ser um homem provido de sentimentos que o faça separar um momento de dor e luto, de uma oportunidade de palanque para promover suas falácias, oferecendo raciocínio errado com aparência de verdadeiro, como dizer junto ao fúnebre Arthur, que lula levará para o céu seu atestado de inocência. Desrespeitou o acordo com a Justiça indo aos apoiadores cumprimentá-los, que estavam atrás do cordão de isolamento da PM paulista, junto ao acesso à sala de velório em São Bernardo do Campo, como mostrou as imagens das televisões. Sorriso descontraído em todo percurso de Curitiba à São Paulo.

Isto demonstra que Lula não se preocupa com nada e com ninguém, pois se Lula tivesse respeitado o acordo e ainda que desse um aceno de familiar enlutado, todos entenderiam sua postura, e Lula marcaria sua presença de forma impar tendo o respeito de muitos que foram contra sua ida ao velório, pois ele demonstraria de fato estar de luto. Mas não, Lula novamente prova que seu objetivo são as falácias ao continuar invertendo a realidade dos fatos, insanamente insistido em ser inocente, com tantas provas e evidências nos processos de seus delitos frente a Presidência da República, agindo no pior estilo nazifascismo onde uma mentira repetida insistentemente passa a ser verdade.

Também cabe citar a fala desnecessária do senado pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro citando que: na saída de Lula “posaria de coitado”. Se calado fica-se o senador, hoje poderia dizer que: para Lula, não importa a situação ele a usará para promover-se falaciosamente.

            Apenas para refletirmos: que país foi este governado por Lula, Dilma e PT onde se criou um abismo entre a verdade e a conveniência partidária, e que nós brasileiros estamos aprofundando em momentos como a morte de uma criança, os lados se engalfinham por um ex-presidente que não se coloca como um avô enlutado?      

Triste Brasil, pós 13,5 anos de Lula e PT no Poder!

 

                 “Você vê a que ponto chegamos com a banalização da vida humana?”  José Luiz Datena  –  Jornalista e apresentador brasileiro.

 

Antonio Roberto Mauad – Turquinho. MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades, colaborador deste jornal.










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