Botucatu, domingo, 22 de Setembro de 2019

Colunista Antonio Roberto Mauad – Turquinho Tecnólogo em Marketing e MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades
14/06/2019

VAZA JATO E O MAU-CARATISMO DA ESQUERDA CAVIAR



 

A operação Lava Jato deflagrado e levada a cabo em todas suas fases atentou apenas contra a impunidade reinante no Brasil, ao levar por vias legais para traz das grades, desde o corrupto ex-presidente Lula e os seus indo aos grandes empresários corruptores. Mas o mal que é a esquerda alastrou-se enraizou pelos pais e após fragorosa derrota nas urnas, e tentam a qualquer custo deturpar o governo Bolsonaro, a cada semana de alguma forma apresentam via mídia militante uma “denuncia” com tons falaciosos como a mais recente e em cursos, a tentativa de desmoralizar e assim isolar e fritar politicamente o Ministro da Justiça Sergio Moro provocando sua queda, e por no ostracismo os Procuradores federais componentes da força tarefa operação Lava Jato. 

 

Informações levada o público pelo The Intercept Brasil jornal online e auto intitulado esquerda, acusando Moro e Dallagnol de “Lawfare (manobras jurídico-legais como substituto de força armada, visando alcançar determinados objetivos de política externa ou de segurança nacional) feito não apenas pelo ex-juiz federal, mais todo o corpo de procuradores da República na Lava Jato, que na visão da esquerda caviar e sua fonte The Intercept Brasil, não pouparam esforços confabulando estratégias na elaboração das teses de acusação, hipóteses probatórias, linhas de ação em audiências, na condenação do maior corrupto e mentiroso Luiz Inácio Lula da Silva.

 

O Brasil e parte do seu povo são surreais não é novidade, agora defender o bandido em detrimento do bem, com invasão de conversas pessoais feitas fora do horário de serviço, entre outras situações ilegais já é inaceitável. Não se trata de um caso menor dentro do Judiciário, a Lava Jato atua diretamente no maior escândalo mundial de corrupção que esta dentro do que chamamos de crimes de colarinho branco, bilhões em corrupção foram apontados pela Lava Jato, e dentro de um único partido quando no Poder o PT e seus ex-presidentes da república Lula e Dilma, que usaram de todos os meios e mecanismo para corromper políticos, empresários e algumas autoridades do Estado, onde combinava bem antecipadamente como agir e assim tirar o máximo de recursos da União e suas estatais.

 

E agora na oposição e vendo o bom andamento do governo Bolsonaro, estas pessoas que forma coniventes com as mazelas nos 13,5 de PT no Poder, agora se apresentam como baluartes da legalidade e contra, a justiça e seus representantes que ao serem provocados legalmente, estes fizeram a lei acontecer dentro de sua amplitude, o ex-juiz federal e atual ministro da justiça Sergio Moro e os Procuradores federais de Curitiba-PR capitaneados por Deltan Dallagnol, e serem os errados na ilibada conduta e processos da Lava Jato, operação que aos pouco mudando o Brasil.

 

Não é aceitável que bandidos do colarinho branco aqui em especial por meio hackers tentem destruir um trabalho como o da Lava Jato cujo foco são os crimes de colarinho branco, e colocou muita gente do ex-governo do PT na cadeia a Lava Jato seja destruída por pessoas no Poderes Legislativo e com o silencio do Poder Judiciário que demonstra aquiescências, como nota-se em atos ainda que legais, venham tentar cada vez com mais ferocidade destruir a Lava Jato desqualificando seus condutores.

 

Até quando o Brasil vai ser uma nação que serve apenas aos políticos do mal e seus defensores nas redes sociais? Basta que o Estado por meio das forças legais intervenha neste estado de coisas criados pela oposição e capitaneada pelo PT, em um intervenção onde o governo federal possa ter paz para conduzir o Brasil ao caminho da prosperidade social, econômica e política à todo povo de bem!

 

 

                  Se você agir sempre com dignidade, talvez não consiga mudar o mundo, mas será um canalha a menos.  John Fitzgerald Kennedy, 35° presidente dos Estados Unidos (1961–1963).

 

 

Antonio Roberto Mauad – Turquinho. MBA em Administração Pública e Gerência de Cidades, colaborador deste jornal










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