Botucatu, domingo, 22 de Setembro de 2019

Cidade / Geral
17/05/2019

Vereador cobra ação com relação a comércio e artistas em semáforos da cidade



De acordo com o documento, tornou-se frequente a presença de jovens executando malabarismos em troca de dinheiro nos semáforos localizados em diversas áreas de Botucatu

 

É raro quem ainda não tenha se deparado com o fato de ser abordado de alguma forma nos principais semáforos e cruzamentos da cidade por pessoas com malabares, vendendo doces, entregando panfletos ou pedindo esmola. Buscando respostas e cobrando uma solução para esse fato, o vereador Paulo Renato [PSC] quer saber o que o Poder Público tem feito sobre o tema e apresentou um requerimento nesse sentido.

O pedido, que foi aprovado pela unanimidade dos demais legisladores, foi encaminhado à secretária municipal de Assistência Social, Sílvia Fumes e para o secretário municipal de Segurança, Marcelo Emílio, pedindo para que ambos informem ao Poder Legislativo, quais providências estão sendo adotadas pelo Poder Executivo sobre a presença de jovens malabaristas, pessoas comercializando produtos e crianças pedindo esmolas nos semáforos de Botucatu.

De acordo com o documento, tornou-se frequente a presença de jovens executando malabarismos em troca de dinheiro nos semáforos localizados em diversas áreas de Botucatu. Recentemente, começaram a aparecer também pessoas comercializando produtos como garrafinhas de água, doces e alimentos e o que é mais preocupante e ilegal, que é a utilização de crianças pedindo dinheiro.

O vereador defende a necessidade de uma ação no sentido de coibir esse tipo de atividade. “Considerando a necessidade de informações sobre quais atitudes estão sendo adotadas pelo Poder Executivo sobre referida questão, como, por exemplo, se há fiscalização, alguma orientação ou outras providências, é que estou apresentando esse requerimento. É um tema delicado, mas que cada vez mais incomoda os munícipes e o que vemos é um crescente. São raros os cruzamentos onde não existe atividade do tipo”, justifica Paulo Renato.










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