Botucatu, domingo, 20 de Outubro de 2019

Segurança
28/08/2017

Réu acusado de duplo homicídio tentado será julgado por júri popular



Julgamento acontece no Tribunal do Júri do Fórum de Botucatu sob a presidência do juiz Henrique Alves Corrêa Iatarola, tendo como representando do Ministério Público o promotor de justiça Marcos José de Freitas Corvino e na  defensoria o advogado criminalista Carlos Carmelo Torres

 

Serão sete pessoas da sociedade botucatuense entre as 23 que serão convocadas pela justiça, que irão decidir o futuro do réu Douglas Aparecido Bovolenta, que foi denunciado pela promotoria pública como autor de um duplo homicídio tentado, ocorrido no dia 27 de Maio de 2012, na entrada de uma chácara na região do Jardim Tropical.

Julgamento acontece no Tribunal do Júri do Fórum de Botucatu sob a presidência do juiz Henrique Alves Corrêa Iatarola. Representando o Ministério Público atuará na acusação o promotor de justiça Marcos José de Freitas Corvino e na  defensoria estará o advogado criminalista Carlos Carmelo Torres.

De acordo com a denúncia Bovolenta e sua ex-mulher Julie Helena de Souza,  participavam de uma festa  uma festa  e ele estava com a filha do casal. Num determinado momento foi embora e deixou a criança na casa dos pais da ex-mulher. Na sequência teria telefonado alegando que o precisava falar com ela e marcaram o encontro na entrada da chácara.

O acusado teria chegado ao local alterado e parou sua caminhonete em frente o veículo de Julie e ambos passaram a discutir. Nesse momento chegou ao local o policial militar Júlio Cesar Alba Balestrin que não conseguiu passar com seu Fiat Uno, pois a caminhonete estava na estrada e percebendo que o casal estava discutindo tentou conciliar. Entretanto, Bovolenta teria se deslocado até a caminhonete, apanhado um revólver e passou a disparar contra o casal. Júlio César, que também estava armado,  revidou fazendo com que o acusado fugisse.

Na sequência a Polícia Militar foi até a casa do acusado e sua genitora alegou que ele havia saído. Na cabine da caminhonete foram encontradas três cápsulas deflagradas e uma intacta. Dois dias após o crime os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) foram até a casa do réu munidos com mandado judicial e encontraram no bolso de uma jaqueta no guarda-roupa cinco projéteis intactos de calibre 38 e um deflagrado. A arma não foi localizada.










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