Botucatu, segunda-feira, 20 de Maio de 2019

Turismo / Meio Ambiente
16/10/2018

Grupo Ambiental captura raposa do campo em estrada de acesso ao Rio Bonito



Essa espécie de animal é um canídeo nativo do Brasil, que habita os campos e cerrados, sendo mais ativa à noite, sendo carnívoro se alimentando de aves, pequenos roedores e insetos

 

O Grupo de Proteção Ambiental (GPA) da Guarda Civil Municipal  (GCM) com os agentes Da Silva e Sarate resgataram, nesta segunda-feira, 15,  uma raposa do campo, encontrada as margens da Rodovia Gentil Lourenção que dá acesso no Rio Bonito Campo e Náutica.

O animal que apresentava ferimentos e estava muito debilitado, provavelmente por ter sido atropelado por algum veículo,  foi localizado por um morador do bairro que acionou a GCM e ajudou no resgate, para que ele fosse conduzido ao Centro de  Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens (Cempas) da Faculdade  de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), da Unesp, ficando aos cuidados da equipe médica coordenada pelo professor doutor Carlos Teixeira para ser tratado e, posteriormente,  devolvido  ao seu habitat natural, caso se recupere.

A raposa do Campo é um canídeo nativo do Brasil, que habita os campos e cerrados, sendo mais ativa à noite, mas também sai de sua toca durante o dia. Os animais dessa espécie vivem sozinhos. O corpo tem 60 centímetros e a cauda mede 30 centímetros. É carnívora e caça aves, pequenos roedores e insetos. A visão, a audição e o olfato são bastante desenvolvidos, sendo um dos menores cachorros selvagens brasileiros, com uma massa de cerca de 4 kg.  Não são raros os ataques  a galinheiros e a ronda por casas e acampamentos em busca de comida.










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